quinta-feira, 27 de setembro de 2007

...silêncio... faz-se segredado... com sussurros sem palavras

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

tradução

!!!!....... ja acredito!
Ainda não acredito que cheguei á minha cidade

terça-feira, 11 de setembro de 2007

um parêntesis com tudos e um entre aspas cheio de nadas


Ainda tenho a falta de orgulho de saber sorrir...por ter tão vasta área de altares a deuses inexistentes...

e o Pessoa não ajuda. Até o Germano já fala em ópio...e come as rosas da D. Ilda.

E...o que há-de estranho nisso!??

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

..... Já gosto das Revelações de Verão!

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Desfecho

Toda eu feita de uma saudade lavada que nao gosta de lembrar, que nao gosta de sentir e que nao sabe que a cançao a dois passou a ser apenas um unissono, num espectaculo trespassado pela inexistencia do actor principal.
Toda eu feita de uma dor deslavada por um escape do desamor.
Toda eu feita pela raiva enfurecida, congestionada por um orgulho rafeiro e confuso que queria desconhecer.
Toda eu sem mim... Com saudades (oh tantas e cada vez mais) minhas. Do tempo em que me fazia grande em ponto pequeno, em que fazia de um sorriso uma gargalhada, em que fazia de um problema uma soluçao, em que fazia de ti um prolongamento de mim e em que fazia de nos uma utopia longinqua gravada numa molecula do pouco coraçao que me resta.
E toda eu cheia de nadas com um tanto dse tudos para aprender e desacreditar...
Porque me vi com os olhos de quem se avista noutras terras, porque estas ja nada me sabem dar. Venham as do norte e do sul porque voltei ao mundo.

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Ilusão Distante

De longe tambem se adora...tambem se cria e alimenta o amor...
De longe sinto a saudade...de ti...dos momentos k por teimosia nao kero perder na inefavel memoria...
De longe sinto te e vejo te em mim como se estivessemos sempre juntos...
E no longe, sei k nao foi o longe k nos separou, mas sim a barreira intransponivel k me obrigaste a criar qd me puseste frente a frente com o teu ar frivolo e ao mesmo tempo tao natural...k me assustou, e ultrapassa tudo o k dizem ser consciente.
O cubo de gelo k aparento foi a solucao k o temor encontrou e nao mais ousou deixar.
Mas e apenas teatral...na realidade, o meu imprescindivel e mt maior do k o k me deste...
E o k te dei foi sempre o dobro k me pediste...
E pk me faco forte sem o ser,pk me faco protectora sem me proteger,pk te amo sem ser amada...k o longe e cada vez mais longe,k o longe e cada vez mais insipido e k o longe se fez cruel e me levou o bem mais precioso: o sorriso verdadeiro e, assim, me arrancou a vida...


(pq quando o escrevi o sentia e pq o continuo a sentir)