sexta-feira, 19 de setembro de 2008

...e agora

CASA 87-------------- (depois do regresso ás origens)
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{saudades da minha R. dos Camponios}

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

............AS DESAPARIÇÕES ACONTECEM... AS PESSOAS DESVANECEM... E EU, EU NÃO ESTOU.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

O algarve cheira a açúcar, o alentejo pisa-me.

Rebanhos de ambos os lados da estrada, vacas que se saciam em banheiras, rolos de palha embalados.

Ganas de ver essa pureza de novo, os olhos de luz escura das mulheres do sudoeste.

Não me imagino com uma estrangeira.

Não me imagino "com um tigo" do país, daí.

E a kony que se bate tal e qual como que com a satisfação de um djambe, ressoa num tronco de eucalipto oco, penetra na voz do ricardo e entra-me com o licor...

Assim se faz esta espécie de povo, carregado de misturas culturais do que me também sou eu.

Mas de qualquer das formas, nunca será com uma estrangeira, nunca será com as beiras que te escutam, da Coimbra que te acolhe. Nunca verá desse supé o que vejo no meu cume. E gosto por isso.
Agora.
Meu estranho confidente.

Recordo o ideal que até há tão pouco parecia favorável...e sente-se...finalmente, a ridicularidade.


(Num pouco de Lobo Antunes)

domingo, 10 de agosto de 2008

...a quente e frio...

quarta-feira, 30 de julho de 2008

nitidamente...

...quero tanto escrever o que aqui vai, tirar uma fotografia e parar-me por um segundo... Ver a quantidade de imperfeições que me acompanham... Ver o erro que me persegue... Ver as repetições a entrarem constantemente com o mesmo nome...


...saturada de tanto, até da corda que me sufoca o escrever e não me deixa expressar.

domingo, 20 de julho de 2008

:S

A dois passos do Verão...sinto que todo o meu envolvente se repleta de "invernismos" transbordados de uma negra saturação similar ao que sempre me deixa tão só...em mim não faz sentido. E o agora passado também não fará.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

FITAS 08

"... a mais estranha? A de... 2008."
Por tudo o que revelou, por tudo o que deixou em aberto...
Foram 4, a ir para 5, quase 7.
Ainda sem repercurssões valorizadas (porque ainda ninguem sabe, porque nunca ninguem sabera)...
Com um cheiro a esconderijo intimado pelo outro eu, fechou-se e finje.
Espera que a memória cumpra o seu papel e esqueça.
Espera que a imaginação lhe trace outro caminho e consegue.
Conta e reconta o que não viveu e surpreendentemente nasce e torna-se vida.
Isto não é alma, é oo desejo do antagonismo pasmo da mentira, da soberba, da vaidade e do orgulho.
E quando os mimos não chegam ou ultrapassam, faz-se um depoimento á mente que se julga, tão fielmente, sã e iluminada.
E então, diz-se ser...
... 2º período de hibernação...